- Audiometria tonal
- Com fones de ouvido, você indica quando ouve apitos do grave ao agudo. Mostra o som mais baixo que você escuta em cada frequência e gera o audiograma.
- Audiometria vocal
- Você repete palavras ditas pela fonoaudióloga. Mostra o quanto você ouve e entende a fala.
- Imitanciometria
- Uma sonda na entrada do ouvido avalia o tímpano, a orelha média e os reflexos do ouvido. É rápido e não dói.
- Limiar de desconforto (LDL)
- Identifica a partir de qual volume o som fica incômodo para você. Ajuda a regular o aparelho auditivo.
- Acufenometria
- Mede o tipo e a intensidade do zumbido que você ouve, para orientar o tratamento.
- Avaliação audiológica infantil
- Exames de audição adaptados à idade da criança, com brincadeiras e respostas simples.
- BERA (potencial evocado auditivo)
- Eletrodos colados na pele registram a resposta do nervo auditivo ao som. Não depende de a pessoa responder, por isso é usado em bebês e crianças. Modalidades: triagem, clique, frequência específica, via óssea, estado estável e longa latência (P300).
- Ganho funcional
- Compara a sua audição com e sem o aparelho auditivo, para mostrar o quanto ele ajuda.
- Verificação eletroacústica (mapeamento de fala)
- Um microfone fininho dentro do ouvido confere se o aparelho entrega os sons da fala na medida certa para a sua perda.
- Teste da orelhinha
- Triagem auditiva do recém-nascido. Rápida, indolor e feita com o bebê dormindo.
- Teste da linguinha
- Avalia o frênulo da língua do bebê, que pode atrapalhar a amamentação e, mais tarde, a fala.
- Audiometria ocupacional
- Avaliação da audição exigida por empresas para os seus funcionários.